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(g) Nascido na Arcádia, era o deus dos campos e dos pastores. Veio ao mundo com pernas, pés e chifres de bode e grandes orelhas aveludadas. Mercúrio envolveu-o numa pele e o levou para o céu, onde sua figura ridícula serviu de divertimento aos deuses .Apaixonando-se por Sírinx, corria Pã atrás dela, quando os deuses a transformaram em cana. Pã cortou-a e com ela fez sete tubos de tamanhos desigual, articulando-os paralelamente; desta forma construiu a flauta pastoril chamada charamela. Acompanhou Baco na conquista da Índia e disso se aproveitou aperfeiçoar a tática militar. Evandro, rei da Arcádia, levou para o Lácio o culto de Pã, onde suas festas e chamaram lupercais.

 

PALAMEDES (g) V. Náuplio.

 

PALÂNTIDAS (Os) (g) O trono de Atenas pertencia por direito a Teseu; porém, seus primos-irmãos, conhecidos sob a denominação de Palântidas, por serem filhos de Palas, disputavam-lhe o trono. Teseu não conseguindo convencê-los de seu direito armou um exército de cidadãos fiéis e os destruiu todos, sem deixar um: eram cinqüenta.

 

PALA (g) V. Minerva.

 

PALAS (g) Gigante cujo nome Minerva adotou quando presidia à guerra e aos combates pelo fato de havê-lo vencido, tendo-lhe arrancado a pele que ela levou consigo em sinal de triunfo. V. Minerva.

 

PALEMON (g) Nome sob o qual é conhecido Melicertes. V. atamante e Ino.

 

PALES (r) Deusa dos pastores e dos apriscos, tem um aspecto singelo como o seu próprio culto. Seus cabelos parecem coroados de louro e segura nas mãos um punhado de palha. Sua festa, chamada palilia, celebrava-se no mês de abril.

 

PANDION (g) Rei de Atena, era o pai de Progne, que casou com Tereu, reida Trácia, do qual teve um filho chamado Itis.

 

PANDORA (g) A primeira mulher formada por Vulcano. Minerva, deusa da sabedoria, deu-lhe vida e dotou-a de todas as graças e todos os talentos; Júpiter fez-lhe presente de uma caixa onde estavam encerrados todos os males. Pandora veio habitar a terra onde Epimeteu, o primeiro homem, a desposou. Epimeteu abriu a caixa fatal e todos os males se espalharam pelo mundo; no fundo da caixa só ficou esperança. Pandora é a Eva dos gregos.

 

PÁNOPE (g) Uma das Nereidas. V. Nereidas.

 

 

PARCAS (r) Eram três: Cloto, Láquesise Atropos e moravam no reino de Plutão. Eram representadas em geral sob a figura de mulheres pálidas que fiam em silêncio, à tênue luz de uma lâmpada. Cloto, a mais nova, segura na mão uma roca à qual leva os presos fios de todas as cores e de todas as qualidades; de seda e ouro para os homens cuja existência há de ser feliz, e de lã e cânhamo para todos aqueles que estão destinados a serem desgraçados. Láquesis dá volta ao fuso no qual se vão enrolando os fios que sua irmã lhe apresenta. Atropos, que é a mais idosa aparece com um olhar atento e melancólico, inspeciona seu trabalho e, Valendo-se de uma tesoura muito comprida, corta, repentinamente e quando lhe apraz, o fio e pobres, pastores e monarcas, nada escapa à divindade inexorável.

 

PÁRIS (g) Pouco tempo antes do nascimento de Páris, teve Hécuba um sonho extraordinário: sonhou que carregava no seio um tição em brasa que poria fogo ao palácio e toda a cidade. O oráculo, consultado, respondeu que a rainha daria à luz um filho que causaria a destruição de sua pátria. Príamo, então, prednou que levassem a criança para o monte Ida e o confiasse a uns pastores que o ocultaram e criaram. Páris tomou-se o mais destro dos pastores frígios. Oenona, ninfa dos bosques, chegou a ser a sua esposa. A fama de Páris chegou até Príamo que o acolheu e Mercúrio exaltou seus méritos perante e a corte celeste, sob a proteção de Vênus, Páris rapta Helena, filha de Píndaro e esposa de Menelau, rei da Esparta, enquanto este se achava ausente. Ao regressar, Menelau reúne os príncipes gregos, que lhe juram ficar unidos até que Tróia seja tomada de destruída. Como comandante geral foi escolhido Agamenon, rei de Argos e de Micenas e irmão do príncipe ofendido. Após uma viagem, cheia de percalço chegam a Tróia. Páris combate valentemente, tendo a protegê-lo os zelos de Vênus. Ferido finalmente por Filotetes e vendo que a morte se aproximava, pediu que o transportassem ao monte Ida, onde se achava Oenona que, condoída antes seus sofrimentos, empregou todos os recursos da arte para curá-lo; a flecha, porém, estava envenenada e Páris expirou dentro de poucos dias.

 

PARTÉNOPE (g) Era uma das sereias que havia perecido no mar depois do triunfo de Ulisses, foi arrojada à praia da costa italiana e enterrada com as devidas honras. A seu sepulcro sucedeu mais tarde um templo, ao templo um povoado que, graças às circunstâncias favoráveis, se transformou em importante e capital de toda a monarca. Esta cidade é a famosa Nápoles, chamada antigamente de Parténope.

 

PARTENOPEU (g) Príncipe arcádio, era jovem, amável , de encantador aspecto Intrépido e valente ante o inimigo, foi um homem austero e até à sua morte o modelo dos heróis de sua pátria.

 

PASIFAI (g) Filha do Sol, era esposa de MinosII, rei de Creta.

 

PÁTROCLO (g) Amigo de Aquiles, a quem acompanhou no cerco de Tróia. Quando Aquiles, irritado contra Agamenon, se retirou para a tenda, Pátroclo tomou as armas do herói, marchou contra os troianos e foi morto por Heitor. Foipara vingar a morte de seu amigo que Aquiles voltou novamente ao combate.

 

PAZ (A) (r) Toda A antigüidade pagã levantou estátuas e altares a esta divindade benfeitora. Os romanos lhe consagraram na via Ápia o templo mais formoso que houve em Roma. Vespasiano enriqueceu-o com valiosos objetos subtraídos do templo de Jerusalém. A paz é muitas vezes representada sob a figura de uma mulher coroada de flores e com um ramo de oliveira em uma das mãos e na outra o corno da abundância.

 

PEA (g) Era pai de Filotetes, amigo e companheiro de Hércules.

 

PÉGASO (g) Cavalo alado que nasceu do sangue de Medusa, quando Perseu lhe cortou a cabeça. Montado sobre Pégaso, o herói foi salvar Andrômeda, exposta ao furor de um monstro marinho, e Belerofonte serviu-se de Pégaso para combater a Quimera. Com uma patada Pégaso fez brotar do Hélicon a fonte de Hipocrene, onde os poetas iam beber inspiração.

 

PELEU (g) Filho de Eaco, rei de Iolco, esposo de Tetis e pai de Aquiles.

 

PÉLIAS (g) Ri de Iolco, filho de Netuno, morto por suas próprias filhas, a quem Medéia dera pérfido conselho de cortarem em pedaços e de o lançarem numa caldeira de água a ferver, a fim de lhe darem nova mocidade.

 

PÉLION (g) Hoje Pléssido, montanha da Tessália, próximo de Ossa. Quando os gigantes revoltados contra Júpiter, quiseram escalar o céu, amontoaram o Ossa sobre o Pélion. A frase Colocar o Pélion sobre o Ossa emprega-se para exprimir a idéia de um esforço enorme que não produz o desejado efeito.

 

PENATES (r) V. Lares.

 

PENÉLOPE (g) Esposa e mãe de Telêmaco, célebre pela resistência que opôs constantemente aos pedidos dos que, durante a ausência de Ulisses, que durou vinte anos, pretenderam a sua mão. Penélope prometera-lhes que faria entre eles sua escolha, quando houvesse terminado um colcha que estava urdindo, mas desfazia de noite. A colcha de Penélope é objeto de freqüentes alusões literárias.

 

PENEU (g) Deus fluvial da Tessália, filho de Oceano e Tétis. Rio da Grécia, hoje denominado Salâmbria ou Titarísios, com 200 km de extensão. Nasce no Pindo banha a Tessália e desemboca no mar Egeu.

 

PENTEU (g) Rei de Tebas e neto de Cadmo; tendo resolvido acabar com as bacanais, foi atacado pelas bacantes, entre as quais se achava sua mãe Agavé e suas tias, morrendo em conseqüência.

 

PENTISELÉIA (g) Rainha das Amazonas, pôs-se a serviço dos troianos sendo derrotada por Aquiles.

 

PERIANDRO (g) Rei de Corinto, em cuja corte viveu durante alguns anos o famoso poeta e músico Arion. V. Arion.

 

PERIBÉIA (g) Esposa de Poliníce, rei de Corinto, acolheu carinhosamente e adotou como filho com o nome de Édipo (em grego, aquele que tem os pés inchados) a criança que Laio e Jocasta abandonaram num bosque. V. Édipo.

 

PÉRIFAS (g) Um dos numerosos reis de Ática, fez-se amar de tal maneira por seus súditos, por sua justiça e suas virtudes que este já em vida lhe tributaram as honras da apoteose e lhe dedicaram um templo em que se podia ler, em letras de ouro: A Júpiter, benfeitor e Conservador. Júpiter transformou-o em águia, ave que lhe é consagrada.

 

PERIFETES (g) Bandido que vivia nas cercanias de Epidauro. Foi contra ele que Teseu obteve sua primeira vitória, matando-o

 

PERSEU  (g) Um oráculo revelou a Acrísio, rei dos Argos, que seria morto por seu neto Arísio encerrou Danae, sua única filha, numa torre de bronze. Júpiter que a amava, introduziu-se na torre sob a forma de uma chuva de ouro, raptou-a e com ela se casou. Deste matrimônio nasceu Perseu. Sua educação foi entregue aos sacerdotes do templo de Minerva. Aos vinte anos matou Medusa, uma das Górgonas, após haver recebido um escudo de Minerva, uma espada de diamantes de Mercúrio e um capacete de Plutão. Salvou Andrômeda, filha de Cefeu, das garras de um dragão e com ela se casou. Num dia de jogos públicos, Perseu lançou um disco com tão má sorte que este matou Acrísio, cumprindo-se assim o oráculo.

 

PETES (g) Era pai de Menesteu.

 

PICO (g) Era pai de fauno V. Fauno.

 

PIGMALIÃO  (g) Escultor da ilha de Creta, modelou uma estátua tão bela que dela se enamorou e pediu ao céu que lhe desse vida e sensibilidade. Atendido, a felicidade de Pigmalião não é mais querida das realidades.

 

PIGMEUS (g) Raça de anões que mediam um pé de altura edificavam suas casas com cascas de ovo e viajavam em carros puxados por perdizes. Quando iam à guerra montavam cabritos e carneiros. Quando atacaram Hércules, este se riu deles e colocou-os dentro da sua pele de leão, depositando-os vivos diante de Euristeu.

 

PÍLADES (g) Era amigo inseparável de Orestes e esposo de Electra.

 

PÍRAMO (g) Tisbe, a mais amável das donzelas de Babilônia, era amada por Príamo. Não consentido os pais no casamento, resolveram fugir, dando-se encontro, para tanto, no sepulcro de Nino. Píramo tendo encontrado no caminho o véu de Tisbe todo ensangüentado e não a havendo encontrado no ponto marcado, isto é, junto  à amoreira que cobria o túmulo de Nino, suicidou-se. Quando Tisbe voltou, após haver fugido ao aproximar-se de uma leoa, em cujas garras deixara seu véu e vendo aquele quadro sangrento, suicidou-se por sua vez. A amoreira, sob a qual Píramo e Tisbe acabavam de morrer, tingiu-se com seu sangue, e desde aquele instante seu fruto se tornou  negro purpúreo.

 

PITIS (g) Ninfa amada por Pã e Bóreas. Este não podendo convencê-la de seu amor, atirou-a de um elevado penhasco. Os deuses transformaram seu cadáver em pinheiro, árvore que gosta das montnhase que foi consagrada a Pã.

 

PÍTON (g) Serpente monstruosa que Apolo matou no monte Parnaso. Os jogos píticos foram por ele fundados para celebrar essa vitória.

 

PLÊIADES ou ATLÂNTIDAS (g) Nome das sete filhas de Atlas e de Pelione, que se suicidaram e foram metamorfoseadas em estrelas.

 

PLUTÃO (g) Rei dos Infernos e deus dos morto, filho de Saturno e de Réia, era irmão de Júpiter e de Netuno e esposo de Prosérpina.

 

PLUTO (g) Deus das riquezas, era cego, não podendo distinguir os bons dos maus, distribuindo, inconscientemente, a uns e outros as riquezas. Pluto eraa representado sob a figura de um ancião que leva uma bolsa na mão; chega com passos lentos e coxeando, e desaparece subitamente voando; querendo com isso significar que as riquezas se adquirem com muita dificuldade mas que se perdem com grande rapidez.

 

POLIFEMO (g) UM ciclope da Sicília, filho de Poseidon e da ninfa Toosa. Como os demais ciclopes, era de estatura gigantesca, tinha somente um olho no meio da testa e habitava uma caverna no monte Etna. Uma das aventuras de Ulisses foi derrotar Polifemo que havia devorado alguns dos seus companheiros, quando eles chegaram à ilha onde vivia o monstro.

 

POLÍVIMNIA (g) Musa que patrocinava o canto e a retórica. É costume representá-la de branco em atitude de quem pensa. Na mão, segura às vezes um cetro ou umas correntes como um símbolo do poder que exerce a eloqüência.

 


POLINÍCIO (g) Irmão de Etéoclo, e filho de Édipo e Joscata. Havendo Etéoclo usurpando o trono que lhe pertencia, Polinício sitiou Tebas com tropas de Argos comandadas por sete valorosos capitães, conhecidos por  sete chefes. Etéoclo e Polinício morreram em um combate singular. Creonte subiu ao trono e proibiu sob pena de morte que se dessem sepultura a sues inimigos. Somente Antígona, irmã de Polinício, desobedeceu à ordem queimando o corpo de seu irmão. Surpreendida, foi condenada a ser enterrada viva; antecipou porém o suplício, estrangulando-se. Hemon, filho de Creonte que amava Antígona, precipitou-se sobre cadáver da heróica princesa matando-se a punhaladas.

 

PÓLUX  (r) V. Castor.

 

POMONA (g) Era venerada entre os romanos como a deusa dos frutos. Pretendia por todos os deuses campestres, a nenhum deu ouvidos, proibindo-lhes a entrada nos seus domínios. Porém Vertuno, deus das estações, após empregar vários estratagemas, conseguiu convencê-la a casar-se com ele. Representa-se Pomona com uma cesta cheia de frutas e de flores, ou carregando maçãs e outras frutas nas mãos ou no regaço.

 

POSEIDON  (g) Nome grego de Netuno. V. Netuno.

 

PRÍAMO (g) Último rei de Tróia. O primeiro nome de Príamo foi Podarces. Tendo casado com Hécuba, tornou-se genro de um poderoso rei da Trácia, chamado Diamante. Os filhos mais célebres de Príamo foram: Páris (chamado Alexandre), Heitor, Lacoonte, Deífobo, Troilo, Polidoro, Hionéia, Polixena e Cassandra.

 

PRÍAPO (g) Deus da horticultura e da frutificação, nasceu na Ásia Menor. Os romanos lhe ofereciam na primavera uma cesta de flores e, ao chegar o verão, uma grinalda de espigas. Em seus sacrifícios imolavam-lhes um ano.

 

PROCNE (g) Filha do rei de Atenas, Pandion, casou com Tereu, rei da Trácia do qual teve um filho chamado Itis. Havendo Procne pedido ao marido lhe permitisse ver sua irmã Filomela de quem estava separada há tanto tempo, ele consentiu. Ao vê-la, Tereu tomou-se de paixão por ela. Repelido por ela, arrancá-lhe a língua, e, encerra-a num castelo. Procne, entretanto, ruminava vingança, e, vendo seu filho Itis, corta-o em pedaços e manda prepara-lo para a ceia. Quando Tereu pergunta pelo filho, ela responde apresentando-lhe o prato: “Aqui o tens.” Ao reconhecê-lo Tereu empunha a espada, mas as irmãs Procne e Filomela criam asas e fogem. Filomela foi transformada em rouxinol e Procne em Andorinha

 

PROMETEU (g) Deus do Fogo, era filho do titã Japeto e irmão de Atlas. Aparece na mitologia clássica como o iniciador da primeira civilização humana. Depois de formar o homem com o limo da terra, rouba, para o animar, o fogo do céu. Em castigo, foi por ordem de Júpiter acorrentado por Hefaistos, no cimo do Cáucaso, onde um abutre lhe devorava o fígado. Hércules livrou-o deste suplício.

 

Prosérpina (r) Filha de Ceres, foi raptada por Plutão. Minerva havendo protestado, fez com que Plutão ferisse o solo com um golpe de seu cedro e mergulhasse no reino das trevas. Ceres implorou a Júpiter para que lhe devolvesse a filha. O pai dos deuses respondeu-lhe que, se desde que chegou aos infernos nada houvesse comido, ela seria devolvida. Ceres partiu mais veloz que o raio. Ao chegar às margens do Aqueronte, Prosérpina acabara de comer uns grãos de romã. Seu retorno era, pois, impossível. À força de rogos, porém, Ceres conseguiu que sua filha morasse nos infernos durante seis meses do ano e pudesse passar na terra os outros seis meses.

 

PSIQUÊ (g) A Menor das três filhas de um rei da Ásia, era formosa como o Sol, porém, muito volúvel. O deus Amor enamorou-se dela. Tendo descoberto que a curiosidade era o seu fraco, fez construir um palácio com todos os encantos e dali surgiu uma voz que disse a Psiquê: “Serás senhora deste palácio, ordena o que quiseres e serás imediatamente obedecida.” Durante o dia o benfeitor se ocultava e à noite deslizava entre a espessura, encarava com Psiquê e lhe falava carinhosamente, pedindo-lhe que o aceitasse por esposo. Aconselhada pelas irmãs, Psiquê mune-se de uma candeia e, quando à noite Amor descansa de suas fadigas, aproxima-se dele. Qual não é o seu espanto ao contemplar o formoso jovem. Um pingo de cera, porém, acordam o príncipe adormecido que, acordando exclama: “Ingrata Psiquê, agora me conheces! Tua felicidade dependia de tua ignorância: eu não posso ser teu!” Repentinamente desapareceu o palácio e Psiquê vê-se num deserto árido, só e mal vestida. Decide ir a Pafos consultar o oráculo de Delfos. Vênus, porém, submete-a a duas provas numa das quais, o rosto se lhe tisna de negro. Então, Amor lhe aparece; anima-a e estende-lhe a mão. Ela cai aos pés do generoso vencedor e, diante a humildade, este apressa-se em fazer desaparecer as manchas que enfeiam o rosto da princesa, e do templo de Vênus passa para o templo de Himeneu. A alegria presidiu  a cerimônia de suas núpcias e jamais houve união mais perfeita e mais feliz.