Banco de DNA

Criado para fazer 2 mil exames por semana, programa de faculdade da USP tem por meta ajudar a identificar crianças
e jovens desaparecidos até a idade de 18 anos.
O projeto batizado como “Caminho de Volta” e vai possibilitar que os pais reencontrem seus filhos desaparecidos.
O banco de DNA tem como objetivo contribuir para a identificação de crianças e jovens desaparecidos através de um
banco de dados com informações biológicas de pais e filhos.

O projeto inclui o acompanhamento dos pais durante o processo de busca e em um possível reencontro com os filhos
desaparecidos.
Para participar; a família precisa levar um boletim de ocorrência do desaparecimento e autorizar a coleta de material
biológico, que é feita através de pequena raspagem na bochecha e uma picada de agulha na ponta do dedo.
As amostras do material e do DNA extraído são guardadas em laboratórios.
Os dados biológicos dos pais ficarão armazenados no banco de dados.
A geneticista Gilka Gattás, chefe do departamento de Medicina Legal da FM/USP e coordenadora do programa. Diz:
 “Se uma criança é encontrada, coletamos o sangue ou outro material e fazemos o cruzamento das informações,
se os dados forem compatíveis resolvemos o problema.”

 

OBS.

·          As famílias que tiveram os filhos desaparecidos há muitos anos e não possui mais o boletim de ocorrência,

pode pedir o número do registro na delegacia e ir direto à Faculdade de medicina.

·          Se a família perdeu o BO e não tem o número, precisa passar pelo DHPP para registrar o desaparecimento.

 

ATENDIMENTO

1       DHPP – A Delegacia dos Desaparecidos fica no DHPP – à Rua Brigadeiro Tobias, 527, 2º andar – Centro.

      Fone: 3311.3444 – das 8h às 18h.           

2       Faculdade de Medicina, fica no Instituto Oscar Freire, à Rua Teodoro Sampaio, 115 – Jardins.

      Fone: 3085.9677. É preciso ligar para combinar horário.

Dados tirados do Jornal Diário de São Paulo, 23/10/2004, pág. A5, repórter Ana Paiva.